Software
O sistema que a operação usa todo dia — construído sobre o processo real, não sobre a suposição de um.
Squad de engenharia · software · infra · automação
Desenvolvemos sistemas, automações e infraestruturas sob medida para operações que não podem parar. Do problema operacional ao produto funcional — com quem entende o código e o ambiente onde ele roda.
A maioria dos problemas que chegam até nós não é só de software. É de software que não conversa com a infraestrutura, de processo que ninguém automatizou e de ambiente que ninguém enxerga. A Forge42 atua exatamente nessa costura.
O sistema que a operação usa todo dia — construído sobre o processo real, não sobre a suposição de um.
O ambiente onde esse sistema roda: dimensionado, monitorado e preparado para falhar sem derrubar o negócio.
A rotina que sustenta os dois: automação, alerta, deploy previsível e visibilidade de ponta a ponta.
Não entregamos apenas código. Entregamos a solução funcionando no contexto real do cliente — integrada, monitorada e com alguém do outro lado que entende o que foi feito.
Cada frente começa por um problema concreto que vemos com frequência. Se algum deles parece familiar, é conversa para agora.
A operação cresceu, mas continua rodando em planilhas, formulários soltos e sistemas que ninguém consegue evoluir.
Construímos aplicações web, painéis administrativos e plataformas internas desenhadas em cima do fluxo real de trabalho — não em cima de um template.
Tarefas repetitivas consomem horas do time técnico e cada execução manual é uma nova chance de erro.
Mapeamos a rotina, eliminamos o passo manual e deixamos o processo rodando sozinho — com log, alerta e ponto de auditoria.
Deploy é evento de risco, ninguém sabe o que está rodando em produção e o incidente só aparece quando o cliente liga.
Pipelines de CI/CD, containers e telemetria de verdade: você passa a enxergar o sistema antes que ele quebre.
Ambiente montado às pressas, sem padrão, sem documentação e com um único ponto de falha que todo mundo finge não ver.
Projetamos e operamos ambientes previsíveis: dimensionados, segmentados, monitorados e prontos para crescer.
NOC afogado em alarme, provisionamento manual e dados espalhados entre OSS, BSS e sistemas que não conversam.
Ferramentas que unificam a visão da rede, automatizam o provisionamento e transformam alarme bruto em decisão operacional.
Servidores gerenciados no braço, comunidade crescendo mais rápido que a operação e nenhum controle sobre quem faz o quê.
Plataformas de gestão para servidores e comunidades online: administração, automação e telemetria em um lugar só.
Time pequeno, sênior e direto. O que muda na prática é a distância entre o problema e quem consegue resolvê-lo.
Quem escreve o código também entende o servidor, a rede e o pipeline. Nada se perde na fronteira entre dev e ops.
Trabalhamos onde parada custa caro: janela de manutenção, rollback ensaiado e mudança com plano de retorno.
Se um processo é executado toda semana no braço, ele é candidato a virar rotina automatizada e auditável.
Não empurramos licença nem escopo de prateleira. O que entra no projeto é o que resolve o seu problema.
Decisões técnicas pensadas para escala e manutenção — inclusive para o time que vai tocar o sistema depois de nós.
Você fala com quem constrói. Sem camada de intermediação traduzindo requisito errado.
Você sempre sabe em que ponto o projeto está e o que sai de cada fase. Nada de escopo fechado no escuro.
Antes de falar em tecnologia, entendemos a operação: quem executa, onde trava, quanto custa o retrabalho e o que é urgente de verdade.
→ Diagnóstico e prioridades
Levantamos sistemas, integrações, dados e restrições do ambiente. Definimos escopo, riscos e o caminho mais curto até o resultado.
→ Escopo e proposta técnica
Desenhamos o fluxo, a interface e a arquitetura. Validamos com quem vai usar antes de escrever a primeira linha definitiva.
→ Protótipo e desenho da solução
Entregas em ciclos curtos, com ambiente de homologação, versionamento e integração progressiva ao que já existe.
→ Sistema funcionando em homologação
Testes, migração controlada, monitoramento ativo e ajuste fino depois do go-live. Entrega não é o fim do trabalho.
→ Produção estável e monitorada
Cenários que representam o trabalho da Forge42. Projetos entregues entram aqui como estudos de caso detalhados assim que liberados pelos clientes.
Contexto
Equipe de rede acompanhando clientes, alarmes e chamados em três sistemas diferentes, sem visão única.
Resultado
Console consolidado com status em tempo real, priorização de incidentes e histórico consultável pela operação.
Contexto
Relatórios, conciliações e provisionamentos executados manualmente todo dia por um time técnico caro.
Resultado
Rotinas agendadas com log, retry e alerta — horas do time devolvidas para trabalho de engenharia.
Contexto
Ambiente sem telemetria: falha descoberta pelo cliente, causa raiz investigada no escuro.
Resultado
Métricas, logs e tracing centralizados, com alertas acionáveis e painéis por serviço.
Contexto
Frota de servidores administrada por acesso remoto manual, sem padrão nem controle de quem mudou o quê.
Resultado
Painel de provisionamento, deploy e backup com permissões por perfil e trilha de auditoria.
Contexto
ERP, CRM e ferramentas internas com dados duplicados e sincronização feita por exportação de planilha.
Resultado
Camada de integração com contratos de API claros, fila resiliente e reconciliação automática.
Contexto
Comunidade grande, servidores crescendo e administração dependendo de comandos manuais.
Resultado
Portal administrativo com automação de instâncias, autenticação integrada e telemetria de uso.
Trabalhamos com um conjunto maduro de ferramentas e escolhemos por contexto — não por moda. Abaixo, as áreas em que atuamos com profundidade.
Interfaces e serviços que sustentam a operação do dia a dia.
Modelagem, persistência e movimentação confiável de informação.
Ambientes reproduzíveis, entrega contínua e escala previsível.
Enxergar, medir e responder antes que o usuário perceba.
Conectividade estável e acesso sob controle.
Não vê sua stack aqui? A lista não é limite — é ponto de partida. Avaliamos o ambiente antes de propor qualquer mudança.
Falar com o time →Conte o contexto da sua operação. A partir daí, montamos junto o escopo do que faz sentido construir — e em que ordem.